quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Comercio alimenticio elabora estrategia para superar crise econômica


 O Brasil está passando por uma fase difícil chamada crise


A crise é resultado de uma política ruim, é resultado intervenções governamentais na economia
Esta crise de 2016 é a pior da historia do Brasil onde muitas empresas fecharam, e o índice de desemprego só aumenta, de acordo com a IBGE passa se de 12 milhões de brasileiros desempregados.

Um dos poucos setores que ainda resiste a recessão econômica no Brasil é o setor alimentício que teve uma alta no terceiro  semestre e que algumas empresas no ramo de fast food  conseguiram crescer como Ragazzo que expandiu rapidamente sua franquia no Brasil, muito forte pelo os preços e marketing, e a casa de bolos que cresceu e hoje exporta para o estados para o Estados Unidos, por ter uma estratégia muito bem definida, enfim é possível crescer na crise disse o Professor de Economia da Universidade São Judas Marfrad Back, mas para que isso aconteça é preciso ter estratégia antes da crise é preciso saber o que a empresa fez antes, a maioria das empresas começam a tomar decisões quando a crise aperta, mas tem empresas que sempre estão preparados com estratégias, esperando o momento de crise ela não altera e nem quando vai bem e nem quando vai mau, quem conhece o efeito manada nunca acredita que a crise vai vim, quando a crise aparece essas empresas não tem nenhum planejamento para resolver a crise, o que elas fazem? Elas esperam que lá na frente a situação melhore, que volte ao normal, Mafrad ainda fala que tem muitas empresas pelo o Brasil crescendo porque elas guardaram dinheiro em poupança e reterão seus lucros esperando momentos ruins para comprar artigos barato

No segundo semestre os restaurante tiveram uma queda nas vendas abaixaram o preço e diminuíram as porções vendida, de acordo com Leandro proprietário do Restaurante Frasano localizado em Osaco falou que não esta preocupado com a crise, pois esta em um ramo que o consumidor abdica de quase todos os seus consumos menos dos alimentos, a única readequação no meu caso foi destinar um espaço maior no meu estoque de mercadorias com preço baixo, sobre a qualidade não houve mudanças disse Leandro.
Já em 2017 o Professor Marfrad fala que a recuperação das empresas será lenta.

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